O projeto voluntário Pet Catanduva, conhecido pelo trabalho de proteção e cuidado com animais em situação de abandono, está promovendo ação solidária para arrecadar recursos destinados às atividades do grupo. A iniciativa consiste na venda de canecas de porcelana com temas de gatos e cães, disponíveis em três modelos com desenhos lúdicos de animais.
De acordo com as voluntárias do projeto, toda a renda obtida com a venda das canecas será revertida para o fortalecimento das ações do projeto, que incluem resgate de animais em situação de risco, castrações, alimentação, medicação, além de vacinas e consultas veterinárias para cães e gatos atendidos pelo grupo.
O Pet Catanduva é coordenado pela voluntária Rafaela Guardia, com o apoio de outros colaboradores que atuam de forma voluntária na causa animal. O trabalho do projeto tem como principal objetivo garantir mais qualidade de vida aos animais, além de incentivar a guarda responsável e o controle populacional.
“A caneca faz parte de momentos simples e especiais do dia a dia, como o café da manhã, um leite quente ou um chocolate nos dias frios. Também é um presente cheio de carinho ou uma lembrança com significado. Cada caneca vendida representa mais do que um objeto: é um gesto de amor que se transforma em resgate, cuidado, alimento e atendimento veterinário para animais que precisam”, afirma a protetora Rafaela Guardia.
“Nós quisemos trazer um toque de humor e carinho para as canecas. Duas delas vêm com frases divertidas que muita gente vai se identificar: ‘TAG – Transtorno de Amor por Gatos’ e ‘TOC – Transtorno Obsessivo por Cachorros’. É uma forma leve de mostrar o quanto as pessoas amam seus pets e, ao mesmo tempo, ajudar outros animais a terem uma nova chance”, completa.
Os interessados em adquirir as canecas e contribuir com a iniciativa podem entrar em contato pelo telefone 17 99784-7934. Cada caneca custa R$ 39,90. A ação reforça a importância do engajamento da comunidade em projetos independentes de proteção animal, que dependem de doações e iniciativas solidárias para manter o atendimento aos animais resgatados.
Fonte: O Regional
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