A sexta edição do Festival das Marias, Festival Internacional de Artes no Feminino acontece no Brasil entre os dias 03 a 10 de outubro de 2025. A programação, pensada para os públicos adulto e infantil - contempla criações femininas em música, teatro, dança, circo, cinema, artes visuais e literatura, entre outros. O acesso a todos os eventos é gratuito.

Em São José do Rio Preto/SP, acontecem atividades no Cris de Freitas Ateliê e no Sesc Ribeirão Preto. No primeiro, dia 04/10, sábado, ocorre a oficina Crie Seu Próprio Azulejo em Papel, das 15h às 17h. Já no Sesc Rio Preto, no dia 05/10, domingo, tem a Mostra Olhar de Marias com exibição de curtas-metragens e roda de conversa, às 16h. Com curadoria de Fernanda Barban, serão exibidas obras de Alina Chiaradia e Viviane Freitas, Fernanda Barban, Gaia do Brasil, Mona Luizon e Juliene Vargas.

A programação Online será exibida entre os dias 04 e 10/10, pelo YouTube - @FestivaldasMarias com duas séries. A Série Vozes Negras, sucesso na edição de 2024, tem exibição sempre às 19h, trazendo cantoras pretas (A Quatro Vozes, Luana Bayô, Fanta Konatê, Ana Maria Carvalho, Kennya Macedo e Raquel Tobias), interpretando composições que entoam suas ancestralidades, as raízes da cultura popular brasileira, a música negra em diáspora (esta é uma parceria do Festival das Marias com a gravadora Pôr do Som e o Estúdio 185 Apodi). Inovando na edição 2025, a Série Saberes e Fazeres - com exibição às 11h e às 17h - reúne vários cursos e workshops com profissionais femininas, mestras em suas áreas: yoga, desenho, dança, produção cultural, malabarismo, pintura e outros.

O Festival das Marias, Festival Internacional de Artes no Feminino nasceu em Portugal, em 2019, sob a égide do protagonismo feminino, passando a ocorrer no Brasil em 2020, com direção geral de Adriana Belic (Belic Arte.Cultura), direção artística e curadorias convidadas a cada edição. Com foco na valorização da criação artística feminina, sua programação multidisciplinar gira em torno de criações e de temas que abordam o feminino.  Concebido sob os pilares das ODSs 5 e 16 (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - Igualdade de Gênero e Cultura de Paz), a edição brasileira é encerrada em 10 de outubro por ser o Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher. Em 2025, o Festival das Marias no Brasil tem idealização e organização das portuguesas CADAC - Companhia Alentejana de Dança Contemporânea e Cia Teatro Lendias d’Encantar e pela brasileira Belic Arte.Cultura, contando com apoio do Sesc Rio Preto, da Secretaria de Educação e Cultura da Prefeitura Municipal de Mairinque, e da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa da Prefeitura Municipal de São Paulo. Esta edição foi contemplada pelo Edital Apoio a Festivais 2025 da APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte, para a Prefeitura Municipal de Mairinque; e pelo Fomento CULTSP PNAB nº. 39/2024, de Fomento à Economia Criativa no Estado De São Paulo, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.

FICHA TÉCNICA - Direção geral: Adriana Belic. Direção artística: Bel Toledo. Consultoria internacional: Antônio Revez. Curadoria/cinema: Fernanda Barban. Curadoria/artes visuais: Cristiana de Freitas. Curadoria/música: Sergio Mendonça - Pôr do Som.  Curadoria/literatura: Raquel Oliveira. Assistência de direção: Mili Slikta. Produção: Denise Soares, Mari Campos e William Ramos. Operação de som: Danilo Iwakura. Operação de luz: Igor Sully. Fotos: Eugênio Goulart e João Chesine. Captação, edição de imagens e videoclipe: Letícia Aoki. Supervisão de vídeos: Ledok. Site - criação: Agência Maria. Site/manutenção:  Oré Design Studio. Concepção cartaz/identidade visual: Ana Rodrigues - Workhouse Design. Artes digitais: Alexandre Caetano - Oré Design Studio. Assessoria em mídias: Platea Comunicação e Arte. Assessoria de imprensa: Verbena Assessoria. Idealização e organização: CADAC - Companhia Alentejana de Dança Contemporânea, Lendias d’Encantar, Belic Arte.Cultura. Apoio institucional: Sesc Rio Preto, Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa da Prefeitura Municipal de São Paulo. Realização: APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte, Prefeitura Municipal de Mairinque, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, Ministério da Cultura, Governo Federal.

SERVIÇO | PROGRAMAÇÃO

Evento: Festival das Marias - Festival Internacional de Artes no Feminino 2025

Data: 03 a 10 de outubro de 2025

São Paulo, Mairinque e São José do Rio Preto.

Horários diversos. Classificação: Livre (verificar indicação em cada evento).

Acesso gratuito em toda a programação.

Programação completa: www.festivaldasmarias.com.br e @marias.festival.

 

São José do Rio Preto/SP - 04 e 05/10

 

Local 1: Cris de Freitas Ateliê

Rua Teixeira de Freitas, nº 255 - Vila Ercília. São José do Rio Preto/SP.

Capacidade: 20 lugares. 

 

04/10 - Sábado

15h - Crie Seu Próprio Azulejo em Papel - com Cris de Freitas (oficina)

 

Local 2 - Sesc Rio Preto

Av. Francisco das Chagas Oliveira, 1333 - Chácara Municipal. São José do Rio Preto/SP.

Tel.: (17) 32169300. Capacidade/Teatro: 236 lugares.

 

05/10 - Domingo

16h - Mostra Olhar de Marias (exibição de curtas-metragens e roda de conversa)

Curadoria: Fernanda Barban. Artistas: Alina Chiaradia e Viviane Freitas, Fernanda Barban, Gaia do Brasil, Mona Luizon e Juliene Vargas.

 

São Paulo/SP – 03 a 05/10

 

Local - Teatro Paulo Eiró

Avenida Adolfo Pinheiro, 765 - Santo Amaro. São Paulo/SP.

Tel.: (11) 5546-0449. Capacidade/Teatro: 467 lugares. Metrô Adolfo Pinheiro.

 

03/10 - Sexta

21h - Mawaca - em Nama Pariret (música)

 

04/10 - Sábado

16h - Pretinha Adormecida - com Cia Dois Ventos (teatro infantil)

21h - Mary Stuart - com Denise Stoklos (teatro)

 

05/10 - Domingo

12h às 18h - Feira de Maualidades (artesanato) - na Praça Benedito Geraldo Berti

16h - Contando e Cantando Mulheres - com Cia Rabo de Cutia (contação de histórias)

17h - Mesa: Palavras que Brincam: Escritas para Jovens Leitores - com Mariana Bastos, Mariana Lobato Botter e Sandra Regina. Mediação: Raquel Oliveira - (Literatura)

 

Mairinque/SP – 03 a 05/10

Local: Associação Mairinquense de Preservação Ferroviária

Avenida 27 de Outubro, 135 - Mairinque. São Paulo/SP.

Capacidade: 100 lugares

 

03/10 - Sexta

19h30 - Reza a Lenda - com Studio Lumus (cortejo / dança)

20h - Cida Moreira (música)

 

04/10 - Sábado

10h - Que Palhaçada é Essa? - com Cia Circus Soul (oficina circense)

12h - Circo em Movimento - com Cia Circus Soul (intervenção circense)

17h - Ecos da Lua - com Studio Lumus (dança)

19h - Reditus - Fragmentos do Silêncio - com Tais Dantas (teatro)

20h - Almada Jussara e Soraya: além da mistura cosmetológica - com Eloísa Aragão (literatura teatral)

 

05/10 - Domingo

11h - A Andarilha - com Aline Hernandes (circo)

17h - Eranko - com Circo de Ébanos (circo)


10/10 - Sexta

10h - Que Palhaçada é Essa? - com Cia Circus Soul (oficina circense)

12h - Circo em Movimento - com Cia Circus Soul (intervenção circense)

20h - Catadora de Ilusões - com Gabriela Winter (teatro circense)

Online - 04 a 10/10 - Sábado a sexta

Local: YouTube/@FestivaldasMarias

Com legendas.

19h - Série Vozes Negras

04 a 09/10 - Videoclipes: A Quatro Vozes (Ilê Perola Negra), Luana Bayô (Terra Água), Fanta Konatê (Matadi), Ana Maria Carvalho (Mutuca de Primeira), Kennya Macedo (Moça) e Raquel Tobias (A Noite Vai Chegar).

10/10 -  Show: A Quatro Vozes - em A Cara do Brasil

11h e 17h - Série Saberes e Fazeres

04 a 10 - 11h: Yoga Aérea como Ferramenta para o Circo (Bel Mucci), Teoria das Cores (Iasmim Kali), Gumboot Dance: Do Corpo, o Som (Samira Marana), Malabarismo Financeiro: Uma Gestão Financeira para Artistas (Priscila Senegalho), Produção Sem Escola (Lucia Rodrigues), Meu Primeiro Edital (Caro Marafigoh) e Pílulas de Produção (Gisele Tressi).

09 e 10/10 - 17h: Delírio Bambolístico (Vicky Roman); Resistência e Afetos na Atualidade - por Cris de Freitas.

DESCRIÇÃO - São José do Rio Preto | Atividades

Oficina: Crie Seu Próprio Azulejo em Papel - com Cris de Freitas

Local: Cris de Freitas Ateliê. Duração: 3h. Público alvo: Interessados em geral. 30 vagas.

A oficina criativa revela a arte da azulejaria em papel. Os participantes criam um azulejo personalizado em papel de 20cm x 20cm, utilizando técnicas de relevos, pintura e adição de elementos decorativos. Com uma base pré-preparada em massa de papel, cada um tem liberdade para criar seu próprio universo nesse espaço. O material necessário será fornecido pela oficina. As etapas da oficina são: Criar relevos com a massa de papel; pintar e decorar seu azulejo; adicionar elementos diversos como miçangas, botões e fios; envernizar a peça para aumentar a durabilidade e resistência à água.

Cristiana de Freitas - Artista plástica com formação multidisciplinar, estudou na Fundação Armando Álvares Penteado em São Paulo, na Universidade Federal de Uberlândia e na Escola de Música e Belas Artes (Curitiba, PR). Na área de restauração, estagiou no IPAC - Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural e no Studio Argolo sob a supervisão do Prof. José Dirson Argolo, ambos em Salvador, BA. Atuante na arte contemporânea, Cristiana ministra aulas, produz cerâmica utilitária e escultórica, realiza restauração em obra de arte e objetos de afeto, além de se dedicar a conservação de acervos. Por mais de 11 anos, produziu o Arte na Garagem, que surgiu em 2008, com o intuito de criar um espaço para a arte contemporânea em São José do Rio Preto. Supervisora Educativa - Sesc Rio Preto das exposições: 32ª bienal Incertezas Vivas - Itinerância, A Queda do Céu, Cidade Inquieta, 31ª bienal - Obras Escolhidas, Genesis - Sebastião Salgado Obras em acervos públicos: Casa do Olhar e outras. Também na Casa da América Latina, Lisboa, PT; Wien Museum, Viena, AT; Museu da Imagem e do Som de Alagoas; Museu Nacional da Poesia, Belo Horizonte; e Fundação Clóvis.

Cinema / Curtas:  Mostra Olhar de Marias

Curadoria: Fernanda Barban. Artistas: Alina Chiaradia, Fernanda Barban, Gaia do Brasil, Mona Luizon e Viviane Freitas.

Enquanto o Interior Pega Fogo, o Que a Gente Faz? - Direção: Mona Luizon. Duração: 3'33”. Ano: 2025. Classificação: Livre.

Agosto de 2024, auge das queimadas criminosas pelo interior do estado de São Paulo. A cana pega fogo. Enquanto isso, o que a gente faz? O filme foiselecionado para a 4º Festival Inflamável Curtas Experimentais, 15ª Mostra Curta, 12ª Super Off, VI Encontro do ICINE e integrou o Festival de Cinema de Marília. A diretora Mona Lu é artista visual e diretora cinematográfica. Tem como base na sua pesquisa artística a cultura caipira e os processos históricos da fotografia e do cinema. É diretora e diretora de fotografia também dos curtas Brazil: A land of Beautiful and Undiscovered Landscapes (2025) e Enquanto o interior pega Fogo, o que a gente faz? (2025).

Canteiro de Íris - Direção: Fernanda Barban. Roteiro: Pedro Barban e Fernanda Barban. Elenco: Geovanna Leite e Alexandre Manchini Jr.. Duração: 11'23”. Classificação: 10 anos.

Isabel se encontra mergulhada em fragmentos de lembranças de um relacionamento que marcou sua vida. Em meio a pensamentos confusos e sentimentos não resolvidos, ela inicia um processo de descoberta interior, aprendendo a enxergar o mundo – e a si mesma – de uma outra forma.

Éramos Três - Roteiro e direção: Alina Chiaradia e Viviane Freitas. Elenco: Beta Cunha e Diego Neves. Duração: 18'24”. Ano: 2025. Classificação: 10 anos.

Uma mãe e um filho se preparam para receber um convidado importante, o pai, que embora ausente, assombra a vida dos dois. Enquanto preparam o jantar, em meio ao trabalho árduo para fazer a refeição, os dois entram em uma briga, que culmina em uma reflexão sobre como eles têm vivido.  Sem perceber, apreensivos para saber se o convidado virá, eles começam a lidar com as consequências do abandono, discutindo a conturbada relação familiar em que se encontram. Éramos Três foi finalista do FriacaLab e selecionado por diversos festivais nacionais e internacionais; foi melhor filme do continente sul-americano no 6th India International Star Film Festival Awards e recebeu menção honrosa no Power24 International Film Festival. Viviane Freitas é roteirista, diretora e assistente de direção. Como roteirista, desenvolveu o longa-metragem Cerca Branca. Dirigiu o curta-metragem Eu só quero dançar com você (empós-produção) e vários outros longo da carreira universitária.

Entre Nós - Direção: Gaia do Brasil.Roteiro: Gaia do Brasil e Christina Ayaba Martins. Duração: 26'. Ano: 2025. Classificaçãoa: 10 anos.

Um programa de tv durante um governo conservador, exibe aos domingos à noite um especial onde 3 pessoas condenadas pela justiça tem a oportunidade de ganhar o perdão do crime e sair em liberdade. Mas tudo muda quando os condenados são mãe e dois filhos. A obra trabalha sobre a ótica de uma sociedade erradicada de empatia, em paralelo a luta de corpos dissidentes, despertos e atentos. A obra é experimental em formato de um teatro filmado. Gaia do Brasil é o nome artístico de drag queen da multiartista trans Maria Clara Ferré.  Nascida em São José do Rio Preto, ela trabalha nas artes visuais, audiovisual com atriz, diretora e roteirista, além de também fazer trabalhos na cena teatral, musical e dança. Pós graduada em dança e consciência corporal, é diretora e produtora dos espetáculos Dandara, Corpo Abjeto e Experimento: Transmutação 1. Dirigiu os audiovisuais A Sétima Trombeta, Operação Tarântula (doc) e O Ventre do Traviarcado e Entre nós.

Ensaio de Um Crime - Roteiro e direção: Juliene Vargas. Duração: 12’22”. Classificação: 12 anos

Um lado de Tales caminha em seu subconsciente. O outro faz planos perigosos. Juliene Vargas publicou os primeiros livros em plataformas online que culminaram em seu primeiro lançamento independente de livro físico infantojuvenil, o Caixa de Cores. Junto ao diretor e roteirista Richard Mendes, assina o roteiro do longa-metragem Supernova. Seu primeiro contato com o cinema foi no curta-metragem Vidro (2021) e, desde então, realizou vários projetos na produção, escrita de roteiro e como atriz. Ensaio de Um Crime é sua primeira direção e expressa bem o seu cinema, carrega no gênero terror suas lutas e debates sociais.

DESCRIÇÃO - Online | Youtube@FestivaldasMarias

Série Saberes e Fazeres

Yoga Aérea como Ferramenta para o Circo, por Bel Mucci - A aula destina-se a artistas e professores de circo, e utiliza o método da yoga aérea em tecido como ferramenta de preparação, treinamento e restauração do corpo acrobático. Serve também para pessoas em geral que possuam disponibilidade de rede ou tecido em suas próprias casas.

Teoria das Cores, por Iasmim Kali - Essa é a quinta aula do projeto Trupe Urbana Online que trata de um tema essencial para todos os conteúdos, seja no desenho, no graffiti ou na fotografia: as cores. Os conhecimentos sobre o tema incluem conceitos diversos, como as cores se formam, características e o uso na prática pelas formas de aplicação.

Gumboot Dance: Do Corpo, o Som, por Samira Marana - O gumboot dance teve origem nas atividades de extração de ouro em Joanesburgo, África do Sul. Os trabalhadores criaram um código de comunicação por serem proibidos de falar. Esse código usava palmas, batidas nas botas de borracha, passos e vocalizações. Posteriormente, essa linguagem se consolidou como uma forma de dança, ainda praticada na África do Sul como performance profissional, brincadeira, protesto e resistência contra todo e qualquer tipo de opressão.

Malabarismo Financeiro: Uma Gestão Financeira para Artistas, por Priscila Senegalho - A oficina é uma iniciativa para artistas que buscam aprimorar suas habilidades de gestão financeira. Com uma abordagem prática e interativa, ela visa capacitar os participantes a gerenciar suas finanças de maneira eficiente, assegurando estabilidade e crescimento em suas carreiras artísticas. MInistrada por Priscila Senegalho, a oficina combina conhecimentos teóricos com exercícios práticos, proporcionando uma experiência rica e transformadora.

Produção Sem Escola, por Lucia Rodrigues - O vídeo traz dicas de produção cultural e gravação. Na aula, além das dicas preciosas, a produtora fala um pouco sobre sua experiência trabalhando com produção, há mais de 30 anos, incluindo a época em que não haviam cursos oficiais nem material formativo.

Meu Primeiro Edital, por Caro Marafigoh - Esta workshop é para quem não tem nenhum conhecimento sobre editais. Trata-se de uma atividade formativa que oferece noções básicas e instruções necessárias para facilitar o acesso às informações para aqueles que nunca leram um edital. O conteúdo ajuda a compreender melhor o funcionamento dos editais culturais, facilitando a criação de estratégias de ação para as demanda pessoais ou de comunidades em projetos futuros.

Delírio Bambolístico, por Vicky Roman - Performance criada durante a pandemia, quando o bambolê permitia à artista um espaço de conforto e identificação. Enquanto bamboleava, muita das vezes se deparava com um lugar de delírio consciente, e esse delírio é o que ela tenta mostrar ao público. Pesquisadora do circo contemporâneo, Vicky Roman traz giros, manipulações e alto nível de performance

Pílulas de Produção, por Gisele Tressi - Pílulas de Produção é uma série de vídeos projetada por Gisele Tressi para desmistificar o mundo da produção independente, oferecendo orientações acessíveis e práticas para artistas e produtores de todos os níveis. Desde compreender funções-chave de produção, como o diretor de produção e o produtor executivo, até dominar habilidades organizacionais essenciais e planejamento de projetos, cada "pílula" entrega insights concisos para ajudar a navegar pelas complexidades de transformar seus projetos criativos em realidade.

Resistência e Afetos na Atualidade, por Cris de Freitas – Trata-se de um vídeo-arte da artista que investiga as tensões entre corpo, sociedade e afetos no mundo contemporâneo. Dividida em quatro movimentos - Abertura, Conflito, Reflexão e Fechamento -, a obra combina imagens fragmentadas do corpo, sons orgânicos e narrativas poéticas para criar um espaço de introspecção. Do embate com as pressões estéticas e tecnológicas à celebração da diversidade e da autenticidade, o trabalho revela o corpo como argila viva, permanentemente moldada, mas também capaz de resistência. Ao final, o mosaico simbólico construído pela artista aponta para a aceitação e para a potência do afeto como caminho de transformação.

Fonte:  VERBENA Assessoria

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