Apesar de prometido, o governo federal não atualizou a tabela do imposto de renda. Resultado: a defasagem em relação à inflação já está em 113,09%. Com isso, nós, os contribuintes, estamos pagando cada vez mais devido aos tributos indiretos incluindo em nossas despesas.

 

"Este é o sexto ano sem atualização da tabela do IR para pessoas físicas. E ano após ano a defasagem aumenta", afirma Antonio Tuccilio, presidente da Confederação Nacional dos Servidores Públicos (CNSP). Além disso, sem correção adequada, cerca de 10 milhões de brasileiros que deveriam estar isentos do IR são obrigados a fazer as declarações anuais. "A isenção atual vale apenas para quem ganha até R$ 1.903,98 por mês, quando o certo seria até R$ 4.022,89. São esperadas 32 milhões de declarações".

 

Há também a questão da inflação acumulada de 2020 (4,52%). Ou seja, "a cada ano aumenta a defasagem na tabela do IR.  "Isso é extremamente prejudicial para a população. É um absurdo que tantos paguem a conta. Há casos de pessoas que terão de devolver o valor do auxílio emergencial. Atualização da tabela do IR já", exige o presidente da CNSP.

 

Fonte: Ana Lívia Lopes - Texto Comunicação

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