De acordo com a segunda edição da pesquisa de "Aspectos do Endividamento", divulgada neste mês pela PROTESTE, medicamento/farmácia é o quarto item mais parcelado pelos consumidores (39%), ficando na frente até de vestimenta e entretenimento.

Tipos de compras parceladas no último ano:

  1. Alimentação/supermercado - 65%
  2. Eletrodomésticos -- 54%
  3. Eletrônicos -- 49%
  4. Medicamentos/farmácia -- 39%
  5. Vestimenta -- 36%

Diante desse dado alarmante, a PROTESTE reuniu cinco dicas simples para ajudar o consumidor a economizar, sem comprometer seu organismo nem seu bolso:


1- PESQUISE PREÇOS. Procure em diferentes redes de farmácias e drogarias, que podem acabar cobrindo os preços da concorrência. Depois de escolher um estabelecimento da sua preferência, faça o cadastro de fidelidade, pois costumam oferecer descontos. Outra opção é usar comparadores on-line de preços de remédios.

2- DÊ PREFERÊNCIA AOS GENÉRICOS. Peça para seu médico fazer a prescrição pelo nome do princípio ativo, e não pelo nome comercial, para que você opte pelo genérico, sempre mais barato. Vale a pena ainda comparar os valores do mesmo genérico de diferentes laboratórios.

3- CADASTRE-SE NO PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR. Se você tem hipertensão, diabetes ou asma, pode adquirir medicamentos gratuitos pela Farmácia Popular, acessível a todos os brasileiros. O programa ainda oferece outros remédios com preços até 90% mais baixos. Basta ir a uma farmácia credenciada, apresentar a identidade e a receita, que não necessita ser de um médico do Sistema Único de Saúde (SUS).


4- UTILIZE PROGRAMAS DE FIDELIDADE. Cadastre-se nos programas dos laboratórios aceitos em muitas farmácias, os descontos podem chegar a 70%. Se você é vinculado a um sindicato ou associação de classe profissional, veja se há parceria com alguma rede, o que também pode reduzir os preços dos medicamentos. Muitos estabelecimentos ainda dão descontos a usuários de alguns planos de saúde.


5- RETIRE REMÉDIOS GRATUITOS PELO SUS. O Ministério da Saúde disponibiliza medicamentos gratuitos para diversas doenças nas unidades básicas de saúde. Só é preciso levar a receita, que não precisa ser de um médico do SUS, e a identidade para retirá-los. E, caso necessite de fármacos específicos para doenças crônicas e raras, é possível se cadastrar no Programa de Medicamentos Excepcionais e obtê-los gratuitamente.

Saiba mais no site da PROTESTE.

Fonte: Assessoria PROTESTE

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