O curso de Medicina da UNIFIPA/FAMECA de Catanduva concedeu, no mês de outubro, sua mais alta premiação científica ao estudante Wilson Falco, da Turma 51, em reconhecimento à trajetória acadêmica marcada por expressiva produção científica, inovação e liderança durante a graduação. O prêmio é destinado ao aluno com o maior número e qualidade de publicações científicas ao longo do curso, sendo organizado pelo Grupo de Escrita Científica da FAMECA, com aval da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, representada pela Profa. Dra. Ana Paula Girol, e apoio da disciplina de Metodologia Científica.

Durante os seis anos de formação Wilson destacou-se pela participação em projetos de pesquisa clínica e básica, colaborações com grupos internacionais e presença em eventos científicos de grande relevância. Entre eles estão o International Society of Pediatric Neurosurgery e o Congresso Brasileiro de Neurologia. O estudante também integrou um grupo de destaque nacional no Hackathon da Harvard de 2024, voltado à inovação em saúde.

Entre suas contribuições à vida acadêmica da FAMECA estão a criação da monitoria de metodologia científica, o desenvolvimento de extensão universitária voltada à pesquisa e a fundação de grupo de pesquisa em cirurgia plástica. Sua produção inclui mais de uma dezena de artigos publicados em revistas científicas nacionais e internacionais, especialmente na área de Epidemiologia. Wilson também foi um dos pioneiros em projetos de inovação médica com uso de Inteligência Artificial, ainda em 2021, e liderou a criação da empresa júnior da Faculdade de Medicina, uma das poucas existentes no país nessa área.

O estudante destacou que o reconhecimento representa avanço coletivo na valorização da pesquisa entre os alunos. "O maior mérito dessa premiação não é minha trajetória em si, mas o que foi construído nos últimos anos: a cultura científica. Criamos ambiente de valorização da pesquisa entre os estudantes, que certamente trará frutos importantes no futuro. Não foi uma trajetória fácil. O trabalho duro e o planejamento para conciliar pesquisa e formação médica são essenciais. A capacidade de liderança é igualmente indispensável; os projetos que estruturei e liderei já enfrentaram críticas e resistência, mas é preciso superar isso e inspirar a comunidade acadêmica para o que realmente importa", concluiu Wilson.

Além de Wilson Falco foram premiados Guilherme Augusto Paro (2º lugar), Tácio Antonio Barros da Silva (3º lugar) e João Felipe Pissolito, que recebeu menção honrosa.

Fonte: Luiz Felício Bianchini Chaves - Fundação Padre Albino

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