Cadela Pandora se recupera em casa após ser agredida com barra de ferro por servidor em Urupês (SP) — Foto: Evelyn Monteiro/Arquivo pessoal

A tutora da cadela que sofreu uma convulsão após ser agredida com uma barra de ferro na cabeça por um funcionário público na sexta-feira (28) em Urupês (SP) disse que está com medo de deixar o animal passear na rua. A violência foi registrada por uma câmera de segurança.

Ao g1, a tutora, Evelyn Monteiro Rodrigues, de 18 anos, disse que a cadela Pandora, que tem dois anos, recebeu alta veterinária na manhã de sábado (29). Segundo a jovem, a cachorra está em casa, medicada, se alimentando, mas debilitada e sonolenta.

Uma imagem de câmera de segurança mostra o momento em que o homem, em uma motocicleta, passa na rua, enquanto a cachorra late ao notar a presença dele. Em seguida, o agressor faz a conversão na rua e volta com a barra de ferro na mão.

O motociclista para no meio da via, é perseguido pelo animal e o agride com a barra de ferro. Imediatamente, a cadela cai na calçada, imobilizada. Depois, o motociclista foge. A Polícia Civil registrou um boletim de ocorrência e abriu um inquérito para investigar o caso.

Na ocasião, a irmã de Evelyn estava na calçada, supervisionando o passeio de Pandora na rua, algo que, segundo a tutora, já é costume da família, e presenciou a agressão. Evelyn estava na cozinha com a mãe, quando ouviu a irmã gritando na rua.

A tutora lembra do momento de desespero que viveu quando viu Pandora na calçada convulsionando.

“Meu mundo desabou. Trato ela como se fosse minha filha, ela é a minha alegria de todos os dias. Eu espero que a Justiça seja feita. Não tem justificativa alguém agredir um cãozinho porque ele está latindo”, se emociona a tutora.

A jovem ainda lamentou a agressão, uma vez que, segundo ela, Pandora é dócil, amorosa e não atacou o servidor.

“É lamentável a maldade do ser humano. A Pandora nunca mordeu ninguém, ela ficou estressada com o barulho da motocicleta e latiu porque provavelmente se sentiu ameaçada. Não queremos deixar ela solta na rua novamente, ainda estamos perdidos”, completa Evelyn.

O motociclista foi identificado como sendo um funcionário público, que não foi localizado até a última atualização desta reportagem. Se condenado pelo crime de maus-tratos, ele poderá cumprir pena de dois a cinco anos de prisão.

Em nota, a Prefeitura de Urupês disse que repudia qualquer forma de maus-tratos contra animais. Na ocasião, a administração municipal informou que o servidor municipal estava fora do horário de expediente, em uma ação que não representa a conduta esperada e nem os valores da atual gestão.

Fonte: G1 RioPreto

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