O projeto Mentes Curiosas, Robôs Criativos chegou com a proposta de trabalhar com os adolescentes a tecnologia como meio de expressão criativa e investigação científica. Ao longo deste segundo semestre, 50 estudantes das cidades de Novo Horizonte e Frutal estiveram envolvidos na iniciativa e puderam desenvolver competências essenciais do século XXI: autonomia, colaboração, comunicação e pensamento crítico. Neste mês, a ação foi encerrada com a exposição das produções digitais e físicas dos participantes, traduzindo todo conhecimento adquirido nas aulas.

“Achei o curso muito legal. Trouxe várias coisas novas. Aprendi a programar, a mexer com micro:bit, a fazer minha própria escultura e a mexer com várias tecnologias que eu não aprenderia em casa. Adoraria se tivesse mais desse curso”, ressalta a aluna Carol, da turma de Frutal.

Quem também destaca a participação é o aluno Antônio, da turma de Novo Horizonte: “O que eu mais gostei do curso foi trabalhar com lego, porque ele estimula bastante a criatividade. Já o meu projeto preferido foi o Scratch, que eu e minha dupla fizemos um jogo. Foi muito legal”.

Durante as oficinas gratuitas, os alunos desenvolveram projetos como construção de placas, lego e programação e desenvolvimento de jogos. As aulas foram interativas e dinâmicas, estimulando nos participantes a capacidade de resolver problemas. “As construções ao longo das oficinas estimularam o trabalho colaborativo e a experimentação prática, permitindo aos alunos compreenderem, de forma concreta, como diferentes mecanismos se aplicam no cotidiano. E o contato com a robótica de forma interativa permitiu ainda unir criatividade e pensamento científico na resolução de problemas”, detalha Juliana Volpe, produtora executiva da ação.

ara Davi Vizicato Juliano, professor da iniciativa em Frutal, o projeto Mentes Curiosas, Robôs Criativos foi bastante útil e proveitoso. “Uma ação que incentivou os alunos a utilizarem a lógica para programar jogos e atividades com a placa Micro:bit. Além disso, os participantes tornaram-se muito mais analíticos, já que em cada tarefa precisavam analisar o que devia ser feito antes da execução. O resultado foi totalmente satisfatório. Ao final do curso, percebemos os alunos com uma capacidade incrível de analisar e resolver problemas.”

O professor da oficina em Novo Horizonte, Gabriel Veloso Ferro de Lima, também pontua que o envolvimento dos alunos foi bastante positivo. “Eles demonstraram interesse pelo tema e participaram ativamente das atividades propostas, especialmente quando envolvia personagens ou temáticas conhecidas do universo dos jogos. Além disso, mostraram-se orgulhosos ao ver suas criações funcionando.”

Realizado pela Dua Produções, via Lei de Incentivo à Cultura, o projeto contou com o patrocínio da Cutrale, em Frutal, e da Usina Santa Isabel, com apoio da Usina São José da Estiva, em Novo Horizonte. Novas turmas devem ser promovidas em 2026.

Fonte: Thaís Campos

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