Considerada um dos maiores avanços da medicina moderna, a cirurgia robótica deixou de ser uma novidade tecnológica para se tornar realidade consolidada em hospitais que buscam oferecer procedimentos mais seguros, precisos e com melhor recuperação para os pacientes. Segundo dados da empresa Strattner, distribuidora do aparelho DaVinci no Brasil, responsável pelas cirurgias robóticas, o país conta atualmente com 157 máquinas.  

Nos dez primeiros anos da tecnologia no Brasil, de acordo com a Associação Médica Brasileira (AMB), cerca de 17 mil operações foram feitas. Já com a expansão de aparelhos, o número de procedimentos feitos nos últimos cinco anos foi de 88 mil, volume 417% superior ao número de cirurgias feitas na primeira década de uso da técnica, que permite ao cirurgião operar com uma precisão milimétrica, visão tridimensional ampliada e total estabilidade dos instrumentos.  

Hoje, especialidades como urologia, gastrocirurgia, ginecologia, proctologia e cirurgia torácica adotam amplamente a plataforma robótica, cada uma com indicações específicas. O resultado clínico também é amplamente documentado e os pacientes apresentam incisões menores, menos dor no pós-operatório, menor risco de complicações e recuperação significativamente mais rápida. 

O Grupo São Lucas de Ribeirão Preto foi pioneiro na região ao iniciar seu programa de cirurgia robótica em 2019, tornando-se referência regional na tecnologia. Em 2025, o grupo ultrapassa a marca de 2.000 cirurgias robóticas realizadas em diversas especialidades, consolidando-se como um dos serviços mais experientes do interior paulista. 

Apenas na área de cirurgia torácica, o hospital já ultrapassou 300 casos operados. Segundo o cirurgião torácico Dr. Federico Garcia Cipriano (CRM: 83833/ RQE: 42154), a robótica é especialmente recomendada em situações em que a precisão milimétrica faz diferença no resultado oncológico e funcional do paciente como por exemplo, tumores próximos de vasos pulmonares, tumores centrais, cirurgia para preservação de segmentos pulmonares e timectomia. Também beneficia pacientes com baixa reserva pulmonar funcional e pacientes octogenários. 

“De modo geral, pacientes com diagnóstico de câncer de pulmão em estágio precoce são os maiores beneficiados, porque a técnica permite retirar o tumor com alta precisão e, ao mesmo tempo, preservar o máximo de tecido pulmonar saudável, oferecendo melhor recuperação e maior qualidade de vida”, salienta.  

O diagnóstico para a recomendação da cirurgia é rigoroso. O paciente passa por diagnóstico com tomografia, PET-CT e biópsia, confirmando a natureza e o estágio da doença. Em seguida, o caso é avaliado em reunião multidisciplinar, com cirurgião torácico, oncologista, radiologista e pneumologista, para definição da melhor estratégia terapêutica.  

Quando a cirurgia é indicada, o planejamento envolve avaliação detalhada de exames, mapeamento de vasos pulmonares com reconstruções 3D e definição da técnica. Durante o procedimento, são realizadas pequenas incisões para a introdução dos braços robóticos com as pinças robóticas, e o cirurgião controla todos os movimentos a partir do console, com alta precisão. 

“O pós-operatório da cirurgia torácica robótica é bastante favorável. Em geral, os pacientes apresentam menos dor, caminham no mesmo dia ou no dia seguinte e ficam internados por um período médio de 2 a 4 dias, dependendo do tipo de cirurgia. A recuperação funcional costuma ser rápida, com retorno às atividades cotidianas em 2 a 3 semanas e, em muitos casos, retorno ao trabalho nesse mesmo período. A menor dor pós-operatória também contribui para uma respiração mais confortável, reduz o risco de complicações pulmonares e agiliza a reabilitação”, conclui o médico.  

Sobre o Grupo São Lucas - O Grupo São Lucas de Ribeirão Preto (SP) é uma marca de tradição, qualidade e confiança em medicina de excelência há mais de 50 anos, com médicos especialistas, atendimento humanizado e estrutura própria com alta tecnologia. É composto pelo Hospital São Lucas, Hospital São Lucas Ribeirania e São Lucas Medicina Diagnóstica. O Grupo, localizado em Ribeirão Preto (SP) é administrado pela Hospital Care, uma holding de serviços de saúde formada por mais de 30 unidades entre hospitais e clínicas, em 7 cidades do país.           

Fonte: Outras Palavras Comunicação - www.outras.com.br           

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