Dados da Associação Brasileira de Dislexia (ABD) este distúrbio de aprendizagem é o de maior incidência nas salas de aulas e atinge entre 5% e 17% da população mundial

O Projeto de Lei 29/2021 do vereador Alexandre Martin Bellê (Cidadania) que dispõe sobre a criação do Programa de Identificação e Tratamento da Dislexia na Rede Pública Municipal de Ensino de Catanduva está na pauta de votação da sessão desta terça-feira (13/04).

O parlamentar quer, com a propositura, a aplicação de exames em todos os alunos matriculados na 1ª série do Ensino Fundamental, nos estudantes de qualquer série da Rede Pública Municipal, que de alguma forma já apresentaram sintomas ou graves indícios do transtorno de aprendizagem e em todos os alunos admitidos por transferência de outras escolas que não pertencem a Rede Pública Municipal de Catanduva.

“A equipe multidisciplinar responsável pelo diagnóstico deverá ter profissionais com conhecimento das áreas de psicologia, fonoaudiologia e psicopedagogia”, destacou o parlamentar.

“Ao contrário do que muitos acreditam a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição socioeconômica ou baixa inteligência. E sim uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda mudanças no padrão neurológico”, disse o vereador Alexandre Bellê.

Foto: Arquivo 

Texto: Comunicação Social

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