Por muito tempo, o setor de bem-estar foi tratado como um acessório da economia, algo periférico, associado ao autocuidado eventual.

Vivemos uma crise silenciosa, mas profunda: a perda de sentido da vida. Ela não se manifesta apenas em grandes rupturas existenciais, mas no cotidiano, na forma como trabalhamos, nos relacionamos e lidamos com nós mesmos.

Os anos de 2026 e 2027 evidenciam a "fundação" da relação entre inteligência artificial e capital humano: não se trata apenas de adotar modelos conhecidos como ChatGPT, Gemini ou soluções proprietárias das empresas, mas de transformar competências, governança e cultura organizacional para como a IA vai se inserir junto aos funcionários - ainda existirão humanos trabalhando em empresas.

O conceito de bem-estar na produção animal evoluiu. Não se trata apenas de garantir a qualidade de vida dos animais, mas de entender que o ambiente de trabalho é um fator determinante para que essas práticas aconteçam de forma consistente. Cuidar dos animais é, inevitavelmente, cuidar das pessoas que trabalham com eles.

Os dias quentes da primavera e do verão já dão sinais de que vieram para ficar. Com temperaturas em alta e longos períodos de seca, jardins e plantas de interior precisam de atenção redobrada para atravessar a estação sem perder o vigor.

O fim de ano costuma vir acompanhado de expectativas e planos para o próximo ciclo. Para muitas famílias com crianças, esse período vai muito além das datas no calendário: é uma sequência de pequenos rituais que marcam transições, celebram conquistas e ajudam a construir identidade, autonomia e memórias afetivas que ficam guardadas para a vida toda.

Uma projeção da IDC indica que, até 2026, cerca de 75% das empresas devem ampliar investimentos em tecnologias de automação e melhoria de eficiência. No setor industrial, essa tendência ganha força conforme a digitalização avança e a integração entre sistemas se torna indispensável. A conexão entre equipamentos, processos e equipes já começa a definir a maneira como as plantas operam e tomam decisões.

Os dados mais recentes sobre feminicídios somente na cidade de São Paulo-SP, com 53 casos registrados de janeiro a outubro deste ano, um triste recorde histórico, tornaram público aquilo que, para quem atua diariamente na proteção às mulheres, como é o meu caso, já era perceptível: a violência de gênero se intensificou de forma alarmante.

Vamos imaginar uma cena corriqueira? A copa toda moderna de uma empresa de ponta. O perfume do café preenche o ar, enquanto conversas sobre projetos e metas se misturam à música ambiente.

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