Na próxima sexta-feira (18), às 20h, em comemoração ao Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, o Sesc Catanduva traz ao palco o Bloco Afro Ilú Obá De Min, que têm as raízes do seu repertório baseadas nos cantos e danças provenientes das culturas populares, além de composições próprias. Essa mistura étnica e cultural forma uma grande ópera, comandada pela força dos tambores e o pelo protagonismo feminino.

 

O espetáculo faz parte da programação da Mostra Ubuntu, realizada em parceria com a Prefeitura de Catanduva, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

 

A instituição "Ilú Obá De Min - Educação, Cultura e Arte Negra" foi fundada pelas percussionistas Beth Beli, Girlei Miranda e Adriana Aragão em 2004, com a intenção de promover e divulgar a cultura negra e fortalecer as mulheres negras na sociedade brasileira.

 

O projeto mais conhecido da instituição é o Bloco Afro Ilú Obá De Min. Trata-se de uma intervenção cultural baseada na preservação de patrimônio imaterial, memória e identidade. O trabalho é coordenado por Beth Beli e Mazé Cintra que, juntas, desenvolvem pesquisas sobre matrizes africanas e afro-brasileiras, objetivando a inserção de mulheres, crianças e adolescentes na arte através do conhecimento das manifestações culturais tradicionais como o carnaval e no estudo das contribuições e influências africanas na cultura brasileira.

 

A repercussão do projeto - desenvolvido há 17 anos -  na capital paulista, atraiu para o carnaval de rua em 2020 um público de aproximadamente 30.000 pessoas de várias partes do mundo. O bloco foi destaque na imprensa nacional e internacional.

 

O Ilú Obá, com sua proposta inovadora, é referência étnico-cultural e educativa, tendo sido premiado pelo Prêmio Culturas Populares Mestre Humberto Maracanã 2008 – SID/MINC ao lado de grandes iniciativas culturais brasileiras. Além disso, com o Prêmio Governador do Estado (2013), Brasil Criativo (2014), Prêmio Jovens do Axé (2015), Prêmio Africa-Brasil (2015), Prêmio Jovens do Axé (2017), Prêmio Banda Redonda (2018) e Salva de Prata (2021).

 

Ilú Obá De Min é representatividade. É a força da mulher na luta por uma sociedade menos racista, sexista, machista e discriminatória. Prestigie!

 

Link: https://www.youtube.com/watch?v=LbqgX6a5JvY

 

Fonte: Sesc Catanduva

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