A ‘pobreza menstrual’ é a condição de diversas mulheres, em situação de vulnerabilidade econômica e social, que não têm acesso a banheiros, saneamento básico e a protetores menstruais como os absorventes descartáveis, o que as leva a recorrerem a métodos inseguros.

Partindo disso, o vereador Marquinhos Ferreira (PT) apresentou requerimento ao prefeito Padre Osvaldo de Oliveira Rosa (PSDB), questionando sobre as possibilidades de políticas de distribuição de absorventes na rede pública de saúde.

Segundo o parlamentar, no caso de adolescentes, “a falta de acesso a estes itens de saúde faz com que corram riscos, parem de ir à escola e tenham suas possibilidades de desenvolvimento limitadas”, explica.

Recentemente no Distrito Federal, um projeto de lei tornou gratuita a distribuição de absorventes para pessoas de baixa renda e em situação de vulnerabilidade nas escolas públicas e unidades básicas de saúde. O PL é parte de uma atualização da Política de Atenção Integral à Saúde da Mulher e foi redigido pela deputada Arlete Sampaio (PT) em conjunto com a Fundação Girl Up, da Organização das Nações Unidas (ONU).

Em outros estados do país também existem leis de distribuição de absorventes nas escolas e na rede pública de saúde.

 Foto: Arquivo

Texto: Comunicação Social

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