Dormir não tem sido tarefa fácil nestes tempos de pandemia. A preocupação com a própria saúde e também com a saúde dos outros. A incerteza com o futuro do próprio negócio ou com o ambiente macroeconômico. A sobrevivência de nossos pais e avós, ou o futuro de nossos filhos e netos. Tudo tem feito o brasileiro perder o sono.

Engraçado pensar que no último ano mantivemos contato com todos por meio da tecnologia na tela do celular ou do computador. Além dos colegas de trabalho, amigos, paqueras e familiares, os apps de serviço e as grandes redes de varejo também conversaram conosco o tempo todo.

As demências são um grupo de doenças que afetam a capacidade de um indivíduo viver de maneira independente devido a alterações da memória, raciocínio e habilidades sociais. Estas transformações podem acontecer em maior ou menor intensidade, a depender do subtipo. Dentre as causas de demência, a Doença de Alzheimer (DA) é a mais comum e representa cerca de 70% dos casos. Sua ocorrência aumenta significativamente com a idade e prejudica, no início, principalmente, a formação de memória para novos fatos e habilidades de localização.

Um dos grandes desafios da medicina e da ciência é viver mais tempo e envelhecer com saúde. O declínio da taxa de fecundidade associado à expansão da expectativa de vida levará o Brasil, nas próximas duas décadas, a ter mais idosos do que crianças vivendo em seu território. Até 2060, a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de que, a cada quatro brasileiros, um será idoso.

Os impactos da crise no país, causada pela pandemia de covid-19, estão nítidos depois de mais de um ano e, por motivos óbvios, as pastas de Saúde e Economia estiveram nos holofotes desde o seu início. De um lado, a crise sanitária causada pelo enfrentamento de uma doença ainda desconhecida e altamente contagiosa e, de outro, a reação da economia, com a implementação de restrições de circulação, que limitam o acesso a bens de consumo, além da administração de uma taxa de desemprego histórica.

Fui convidada sentar-me à mesa. Estavam todos a postos. Confesso que nem sabia o que dizer, no início. Um velho conhecido estava à cabeceira da mesa e já me olhou com certa repreensão. Fiquei um tanto constrangida, pois o conhecia desde os meus 18 anos nas aulas de filosofia do direito, mas em virtude da imaturidade intelectual, afastei-me dele. Conversar com os colegas da faculdade era bem mais fácil do que dialogar com ele, naquela época. Duas décadas se passaram e nos reencontramos, sentados na mesma mesa.

Você já se perguntou quantas palavras fala diariamente? Por incrível que pareça, uma pesquisa realizada, em 2006, pelo psicólogo Campbell Leaper, da Universidade da Califórnia (EUA), mostrou que as mulheres falam, em média, 20 mil palavras por dia, frente às 7 mil pronunciadas pelos homens.

Por meio de uma Medida Provisória - tratada usualmente como MP - a Presidência da República alterou substancialmente o Marco Civil da Internet e também a Lei de Direitos Autorais, especialmente quanto às políticas e procedimentos que tratam do controle, cancelamento e suspensão de conteúdos publicados, por exemplo, nas redes sociais.

Falar sobre o Setembro Amarelo é, na verdade, abordar uma série de questões quando temos como propósito pensar em pessoas. Principalmente, com relação à saúde mental, que influencia o comportamento e ações das pessoas, mas ainda é um tabu em alguns cenários.