Em períodos marcados por juros elevados, inflação resistente e incertezas sobre o cenário econômico nacional e global, o comportamento dos consumidores tende a mudar.

Uma cena se repete nas ruas de Buenos Aires. Filas quilométricas diante das sedes da ANDIS — a agência nacional de deficiência da Argentina. Pessoas com deficiência, familiares, cuidadores, esperam horas para reivindicar o que lhes foi tirado: o benefício mensal que, para muitos, era a única fonte de renda para comer, morar, comprar medicamentos, pagar transporte adaptado. O benefício valia cerca de duzentos dólares. Mais de cem mil pessoas o perderam. Por decreto.

Toda semana, profissionais talentosos perdem horas respondendo e-mails que poderiam ser automatizados, atualizando planilhas que um fluxo automatizado preencheria em segundos e gerando relatórios que ninguém precisa que sejam feitos manualmente.

A escola atual não pode mais ignorar o papel central da tecnologia. Ela está presente na forma como aprendemos, nos comunicamos, trabalhamos e nos relacionamos. Incorporar recursos tecnológicos ao ambiente escolar deixou de ser apenas uma tendência para se tornar uma necessidade estratégica. Essa integração, no entanto, exige planejamento, intencionalidade pedagógica e foco no desenvolvimento humano.

Tenho alertado sobre um dos principais problemas da campanha eleitoral do presidente Lula, que é o fato de ele realizar gastos de caráter eleitoreiro, sem nenhum controle.

Recentemente, uma notícia envolvendo inteligência artificial e persecução criminal provocou inquietação no mundo jurídico.

O governo dos Estados Unidos, de maneira unilateral e ignorando as negociações e as evidências apresentadas pelo Brasil, oficializou tarifas de 25% sobre uma vasta gama de produtos brasileiros.

Durante muitos anos, o acesso ao crédito para pequenas e médias empresas no Brasil esteve concentrado em linhas de curto prazo, frequentemente associadas a custos elevados e à necessidade de resolver demandas imediatas de caixa. Em um ambiente marcado por juros altos e maior seletividade das instituições financeiras, essa lógica passou a ser cada vez mais desafiadora.

Entre as gerações economicamente ativas, os nativos digitais da Geração Z são os que mais consomem informação pela internet, mas essa habilidade não está se traduzindo em consciência financeira.

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