“Fiz amigos aqui”, disse Márcia Cristina Estifaneli ao tocar o Sino da Esperança no dia 21 de agosto. “Trocamos experiências, dores e agora as nossas vitórias”, emendou ao dedicar o soar do sino para os pacientes que aguardavam tratamento.

De Catanduva, ela completou 33 sessões de radioterapia e também passou por cirurgia e quimioterapia no HCC. “Eu não tinha noção como é um tratamento, mas só quem passa por isso sabe como a gente fica sensível e emocionalmente abalada e o acolhimento que tive aqui, desde a recepção até a equipe médica, fez com que eu tivesse coragem e passasse o tratamento com mais leveza”. E agradeceu: “sou grata a Deus, que esteve comigo o tempo todo, aos meus filhos e meus amigos, que me acolheram e me deram suporte”. 

Fonte: Fundação Padre Albino

Moça Lovers: Moça® lança comunidade para transformar consumidores em criadores e fortalecer a conexão com a marca

Leia mais...

Comércio de Catanduva recebe orientações para vender mais aproveitando datas comemorativas

Leia mais...

Saec apresenta sistema de automação do abastecimento de água a estudantes do Instituto Federal de Catanduva

Leia mais...

Fundo Social de Catanduva arrecada 1.500 litros de leite e beneficia entidades assistenciais

Leia mais...

Atletas de Catanduva representam a cidade no Campeonato Brasileiro Juvenil de Inverno

Leia mais...

Por iniciativa de Marcos Crippa, Câmara agenda homenagem ao centenário da Fundação Padre Albino

Leia mais...