No dia 29 de setembro é celebrado o Dia Mundial do Coração, uma data para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce das doenças cardiovasculares, que seguem como a principal causa de morte no Brasil e no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

Para o cardiologista da Quanta Diagnóstico por Imagem, Dr. Miguel Morita, adotar hábitos saudáveis é a forma mais eficaz de reduzir os riscos. Ele cita a regra internacionalmente conhecida como Life's Simple 7, da Associação Americana de Cardiologia, que reúne sete fatores de risco modificáveis: má alimentação, sedentarismo, obesidade, hipertensão, diabetes, colesterol elevado e tabagismo. "Controlar esses fatores é fundamental. Uma dieta no estilo mediterrâneo, exercícios moderados de pelo menos 150 minutos por semana, acompanhamento médico regular e uso correto de medicamentos, quando indicados, são medidas que reduzem muito a probabilidade de infarto ou AVC", explica.

 

Em Curitiba, o especialista coordenou um estudo, realizado por uma equipe de médicos da Quanta Diagnóstico por Imagem, que apontou que destes sete itens, o sedentarismo é o que mais contribuiu para mortes cardiovasculares na capital paranaense ao longo de uma década. A pesquisa foi publicada no ano passado, em 2024, na revista científica International Journal of Cardiology.

 

Segundo Dr. Morita, não há uma lista de exames obrigatórios para toda a população, pois a avaliação deve ser individualizada. "De modo geral, recomendamos check-up a partir dos 40 anos nos homens e dos 50 nas mulheres, ou antes disso em casos de menopausa, histórico familiar ou presença de fatores de risco. Essa avaliação inclui consultas clínicas, medição de pressão, exames de colesterol e glicose. Dependendo do caso, podem ser solicitados eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico e outros exames de imagem", orienta Dr. Morita.

 

Estilo de vida e coração saudável

Alimentação equilibrada, com frutas, verduras, legumes, fibras e proteínas de boa qualidade, aliada à prática regular de exercícios físicos, é a recomendação prática do médico. "Mesmo quem não tem doenças diagnosticadas pode começar atividades de intensidade moderada, desde que respeite os limites do corpo e aumente gradualmente o esforço. Se surgirem sintomas como dor no peito, falta de ar ou palpitações, é preciso suspender e procurar avaliação médica", reforça.

 

Dr. Morita também destaca os avanços diagnósticos que permitem identificar doenças coronarianas cada vez mais cedo. "Hoje temos exames muito sensíveis, como a tomografia para escore de cálcio e a angiotomografia das coronárias, que detectam alterações antes de surgirem sintomas. A cintilografia de perfusão miocárdica, tradicional na Quanta, também ajuda a avaliar o funcionamento do coração com alta precisão", comenta.

 

Fonte: Lide Multimídia

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