A diretoria do Hospital de Base (HB) recebeu nesta terça-feira (26), a comitiva de voluntários da cidade de Poloni para prestação de contas dos eventos solidários realizados no ano de 2025. A parceria, que já dura cerca de 12 anos, atingiu um marco histórico. Somadas todas as edições desde o primeiro leilão de gado em 2015, o município já arrecadou e destinou R$ 1.021.379,69 em prol da instituição de saúde.

Apenas no ano de 2025, a solidariedade dos moradores de Poloni, cidade com 5.592 habitantes, garantiu a arrecadação de R$ 11.550,00 no Jantar Dançante e R$ 7.838,00 com a Barraca do Doce. Esse esforço comunitário reflete diretamente no retorno que o município recebe em saúde. Em 2025, o HB realizou 5.761 atendimentos ambulatoriais e de urgência para pacientes de Poloni, além de 835 atendimentos oncológicos, 328 internações e 299 cirurgias.

O diretor executivo da Funfarme, Dr. Horácio Ramalho, expressou sua profunda gratidão pelo empenho contínuo da comunidade de Poloni e destacou o impacto dessas ações para a manutenção do hospital. "A saúde não tem uma sustentabilidade contínua estável, mas nossa função é trabalhar e prestar assistência a toda a região. Como vocês acreditam em nós, nós também acreditamos em vocês. Nós damos uma grande assistência à cidade e agradecemos muito por essa parceria ao longo dos anos. Muito obrigado", disse o diretor.

O desafio e a recompensa da solidariedade

A organização de eventos desse porte em municípios pequenos exige um esforço grande. O coordenador dos eventos em Poloni, Luiz Antônio de Souza, conhecido como Bolinha, ressaltou os obstáculos enfrentados pela equipe de voluntários, composta também por Aparecida Alves Fernandes Porto (responsável pela Barraca do Doce) e Leandro Ribeiro.

Apesar das dificuldades logísticas e do cansaço, Bolinha reforça que o amor à causa e a confiança no trabalho do Hospital de Base superam qualquer barreira. "É difícil, é árduo, mas é prazeroso, vale a pena. A credibilidade do Hospital de Base é muito grande. O nosso grupo é pequeno, eu tenho que correr atrás de tudo, comprar tudo, pagar tudo, e a gente tem que pedir ajuda, o que às vezes cansa. Mas a gente é voluntário e faz porque gosta do hospital", explicou o coordenador. Ele acrescentou ainda que o esforço é sempre recompensado ao ver o atendimento prestado a quem mais precisa. "A partir do momento em que a pessoa precisa do HB, a nossa visão de mundo muda. A causa faz as pessoas entenderem que o hospital merece", ressaltou.

Fonte: InterMídia

Moto Clube doa leite arrecadado em comemoração aos seus 10 anos

Leia mais...

GCM prende homem após furto de cofrinhos de doações ao Hospital do Câncer

Leia mais...

Homem é preso após matar jovem e companheira em Catanduva

Leia mais...

Motorista morre após bater carro contra carreta em Catigá

Leia mais...

Ampliação do Hospital Emílio Carlos avança com frentes simultâneas de trabalho

Leia mais...

Indústrias Colombo conecta fornecedores, agências de fomento e poder público regional para atrair novos negócios ao Noroeste Paulista

Leia mais...