Em proporções classificadas como epidemia mundial, a obesidade infantil avança em larga escala. De acordo com os últimos dados apresentados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), calcula-se que, até o ano de 2025, em todo o mundo, o número de crianças obesas chegue a 75 milhões. Além dos riscos à saúde já ocasionados pela obesidade, a doença também agrava os problemas respiratórios e facilita o desenvolvimento de doenças como diabetes, hipertensão, câncer e doenças cardiovasculares.

No Brasil, a obesidade infantil atinge 3% das crianças e outras 7% convivem com o excesso de peso, segundo o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani).

Como evitar a obesidade infantil? É verdade que longas exposições às telas podem agravar a situação da obesidade? Qual a melhor alimentação para as crianças? Além da ingestão de alimentos não saudáveis, quais fatores influenciam na obesidade infantil? Como incentivar as crianças a trocarem as telas pela prática de atividades físicas?

Para responder estas e possíveis perguntas sobre o assunto, colocamos à disposição o nutricionista Diego Ricardo, coordenador e docente do curso de Nutrição do UNINASSAU -- Centro Universitário Maurício de Nassau Recife.

Fonte: Imprensa - UNINASSAU

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