Ajustar-se rapidamente às necessidades provocadas pela pandemia foi o grande desafio das empresas em 2020. O nível de prontidão e a maturidade tecnológica foram cruciais para manter seus colaboradores trabalhando de forma remota e seus clientes bem atendidos durante meses de restrições e distanciamento social. Sem dúvida, saiu na frente quem já estava preparado para a disrupção que estava por vir, mesmo sem saber que ela viria.

Em maio de 2020, 35% dos professores ouvidos em pesquisa do Instituto Península se diziam cansados. Em agosto já eram 46% e em novembro 53%. Com o agravamento da pandemia e o abre e fecha das escolas, é fácil supor que esse índice subiu ainda mais.

A mudança de discurso do presidente Jair Bolsonaro quanto à política ambiental brasileira, na recente Cúpula do Clima promovida por seu colega norte-americano, Joe Biden, foi positiva para o Brasil. Ao anunciar mais verbas para fiscalização, antecipação em dez anos, para 2050, da meta de neutralidade na emissão de dióxido de carbono e erradicação até 2030 do desmatamento ilegal, sinalizou uma nova atitude do País num tema crucial para a humanidade.

No Brasil, o transporte de produtos farmacêuticos apresenta muitos desafios em razão da complexidade da infraestrutura logística, grande extensão territorial e diversidade climática do país. Não é à toa que em 2019, a Anvisa publicou a Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) 304/2019, que se tornou o marco regulatório do setor.

Os Estados Unidos, nação que sempre pretendeu dominar o Mundo, está diferente. O que mudou na terra do Tio Sam?

A discussão se dinheiro traz ou não felicidade é um tema de debate recorrente e é difícil chegar a uma conclusão, já que a felicidade depende de muitos fatores. Mas uma coisa que podemos afirmar é que a falta de dinheiro gera inúmeros problemas para a saúde mental das pessoas.

É fato que o ser humano está destruindo o meio ambiente. Recentemente o documentário Seaspiracy, disponível na Netflix, abordou como a gente vem extinguindo populações de diversas espécies de peixes como os tubarões, e mostrou que se a gente continuar nesse ritmo, vamos acabar com a nossa própria espécie.

Na década de 50 do século passado, a Petrobras perfurou poços em Olímpia procurando petróleo, mas só achou águas quentes. Mais tarde, já na década de 80, a Paulipetro insistiu na prospecção e novamente encontrou água aquecida. Mas um grupo de empresários da cidade viu oportunidade de negócio na falta de sorte da cruzada petrolífera e logo abriu um parque aquático, o Thermas dos Laranjais.

Desde que decidi, ao lado dos meus sócios, fundar uma empresa focada em preparação para concursos públicos, em 2011, sempre tive como principal objetivo trazer o melhor material de preparação para os alunos. E, mais do que isso, visualizar o sucesso do nosso trabalho.

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